O governo deve atender ao pedido do setor privado e prorrogar a redução da alíquota do Imposto Sobre Produtos
Industrializados (IPI) para automóveis, que vence no dia 31 deste mês. O
ministro da Fazenda, Guido Mantega, também deve anunciar a renovação da
redução do IPI para produtos da linha branca, como fogões e geladeiras.
O anúncio pode ser feito nesta quarta-feira pelo ministro, segundo fontes ouvidas pela Agência Estado. A preocupação do governo é não trazer mais um elemento negativo para o comportamento da inflação no início de 2013 e, ao mesmo tempo, continuar dando fôlego para recuperação da atividade industrial.
O setor automobilístico, por exemplo, argumentou que o repasse do aumento do IPI para os preços dos carros é inevitável. Isso porque, além do aumento da carga tributária, as empresas estão obrigadas, a partir de 1º de janeiro, a produzir 60% dos automóveis com airbag e freios ABS, o que também elevou o custo de produção das empresas.
Ano bom
As montadoras argumentam que não têm como absorver os custos com a obrigatoriedade dos dois itens de segurança e a elevação do IPI. Embora admitam que 2012 foi "um ano muito bom" para o setor, as empresas esperaram uma transição para o retorno do IPI para os patamares originais.
O cronograma para implantação da obrigatoriedade do airbag e dos freios ABS foi estabelecida por regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Este ano, 30% dos automóveis fabricados tinham de ser produzidos com os dois itens. O porcentual vai dobrar no ano que vem.
O setor de produtos da chamada linha branca (fogão, geladeira e etc) também solicitou ao governo mais tempo para a redução temporária de IPI. Estava em estudo tornar permanente parte do incentivo.
Terceira prorrogação. A queda do IPI para automóveis entrou em vigor em 22 de maio, com validade até 30 de agosto, mas foi renovada por mais dois meses para estimular as vendas. Em outubro, a Fazenda decidiu renovar o benefício até o fim de dezembro.
A queda do tributo tem sido adotada como política de curto prazo para socorrer a economia em momentos de fraco crescimento por causa dos efeitos de crises internacionais. Além de automóveis, estão com IPI reduzido produtos da linha branca, móveis e luminárias, bens de capital e materiais de construção.
No caso dos automóveis nacionais, o IPI foi zerado para modelos 1.0 e reduzido pela metade para aqueles com motor até 2.0. Somado a um bônus oferecido pelas montadoras, os preços dos automóveis novos caíram em média 5% a 10%.
O anúncio pode ser feito nesta quarta-feira pelo ministro, segundo fontes ouvidas pela Agência Estado. A preocupação do governo é não trazer mais um elemento negativo para o comportamento da inflação no início de 2013 e, ao mesmo tempo, continuar dando fôlego para recuperação da atividade industrial.
O setor automobilístico, por exemplo, argumentou que o repasse do aumento do IPI para os preços dos carros é inevitável. Isso porque, além do aumento da carga tributária, as empresas estão obrigadas, a partir de 1º de janeiro, a produzir 60% dos automóveis com airbag e freios ABS, o que também elevou o custo de produção das empresas.
Ano bom
As montadoras argumentam que não têm como absorver os custos com a obrigatoriedade dos dois itens de segurança e a elevação do IPI. Embora admitam que 2012 foi "um ano muito bom" para o setor, as empresas esperaram uma transição para o retorno do IPI para os patamares originais.
O cronograma para implantação da obrigatoriedade do airbag e dos freios ABS foi estabelecida por regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Este ano, 30% dos automóveis fabricados tinham de ser produzidos com os dois itens. O porcentual vai dobrar no ano que vem.
O setor de produtos da chamada linha branca (fogão, geladeira e etc) também solicitou ao governo mais tempo para a redução temporária de IPI. Estava em estudo tornar permanente parte do incentivo.
Terceira prorrogação. A queda do IPI para automóveis entrou em vigor em 22 de maio, com validade até 30 de agosto, mas foi renovada por mais dois meses para estimular as vendas. Em outubro, a Fazenda decidiu renovar o benefício até o fim de dezembro.
A queda do tributo tem sido adotada como política de curto prazo para socorrer a economia em momentos de fraco crescimento por causa dos efeitos de crises internacionais. Além de automóveis, estão com IPI reduzido produtos da linha branca, móveis e luminárias, bens de capital e materiais de construção.
No caso dos automóveis nacionais, o IPI foi zerado para modelos 1.0 e reduzido pela metade para aqueles com motor até 2.0. Somado a um bônus oferecido pelas montadoras, os preços dos automóveis novos caíram em média 5% a 10%.
Uma pesquisa da Sociedade Brasileira de Ortopedia e
Traumatologia (SBOT) aponta que 66% dos pedestres já se distraíram ao
atravessar a rua
enquanto usavam o celular. O telefone se tornou um dos grandes vilões.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), falar ao telefone é a
quarta maior causa de acidentes no trânsito.
Segundo o professor do departamento de engenharia de transporte da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos (SP) Antônio Nelson da Silva, quando o pedestre se foca em um único objeto e perde a noção do ambiente, a probabilidade de acontecer um acidente é maior.
“Toda vez que se faz uma operação no celular, falar, ler ou escrever, a atenção fica focada nesse ato e todo o resto fica em segundo plano”, explica Silva.
O professor afirma que quando o código de trânsito foi aprovado, em 1997, o celular não era tão popular, por isso, hoje se discute uma revisão na lei. "Não existe multa para pedestres que falam ao telefono no trânsito, mas pode existir o bom senso", diz Silva.
“Quando estiver ao telefone e precisar atravessar a rua, peça para quem estiver do outro lado da linha esperar um pouco, são poucos segundos que podem salvar sua vida. Ou termine a conversa antes de atravessar”, orienta o professor.
A diarista Tatiana de Oliveira afirma que sempre pede para os filhos terem cuidado quando vão atravessar a rua. “Não tenho o costume de atravessar falando no celular, inclusive sempre falo para os meus filhos, mas às vezes eu erro e faço isso também”, confessa.
Segundo o professor do departamento de engenharia de transporte da Universidade de São Paulo (USP) de São Carlos (SP) Antônio Nelson da Silva, quando o pedestre se foca em um único objeto e perde a noção do ambiente, a probabilidade de acontecer um acidente é maior.
“Toda vez que se faz uma operação no celular, falar, ler ou escrever, a atenção fica focada nesse ato e todo o resto fica em segundo plano”, explica Silva.
O professor afirma que quando o código de trânsito foi aprovado, em 1997, o celular não era tão popular, por isso, hoje se discute uma revisão na lei. "Não existe multa para pedestres que falam ao telefono no trânsito, mas pode existir o bom senso", diz Silva.
“Quando estiver ao telefone e precisar atravessar a rua, peça para quem estiver do outro lado da linha esperar um pouco, são poucos segundos que podem salvar sua vida. Ou termine a conversa antes de atravessar”, orienta o professor.
A diarista Tatiana de Oliveira afirma que sempre pede para os filhos terem cuidado quando vão atravessar a rua. “Não tenho o costume de atravessar falando no celular, inclusive sempre falo para os meus filhos, mas às vezes eu erro e faço isso também”, confessa.
Após passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o
plenário do Senado aprovou, na noite desta terça-feira, novas punições
para motoristas flagrados dirigindo bêbados.
O projeto altera o Código de Trânsito Brasileiro e aumenta de R$ 957,70 para R$ 1.915,40 a multa para quem for pego dirigindo sob efeito de bebidas alcoólicas ou drogas - o valor é dobrado (R$ 3.830,80) no caso de reincidência. O motorista também terá a carteira de habilitação apreendida. A matéria vai para sanção da presidente Dilma Rousseff. No entanto, em acordo firmado na CCJ e mantido em plenário, os senadores retiraram do texto a tolerância zero para a condução de veículos sob qualquer nível de álcool no sangue. Esse limite, atualmente, é de seis decigramas por litro de sangue.
Segundo o presidente da CCJ, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), o rigor maior na punição de motoristas alcoolizados constava no projeto que foi rejeitado na comissão. A proposta também avança ao admitir outros meios de prova para comprovar o uso de álcool pelo motorista.
O agente de trânsito poderá se valer de testemunhos, imagens, vídeos, perícias, exames ou qualquer outro tipo de prova que puder ser admitida em tribunal. Isso inclui testes que medem a concentração de álcool no sangue, exames clínicos ou qualquer outro meio que possa, cientificamente, comprovar o estado do condutor. Atualmente, a lei não especifica os tipos de evidências que podem ser colhidas, o que abre brecha para a inadmissão de muitas provas. A expectativa é que, antes do Natal, a lei já esteja valendo nas blitze pelo País.
O projeto altera o Código de Trânsito Brasileiro e aumenta de R$ 957,70 para R$ 1.915,40 a multa para quem for pego dirigindo sob efeito de bebidas alcoólicas ou drogas - o valor é dobrado (R$ 3.830,80) no caso de reincidência. O motorista também terá a carteira de habilitação apreendida. A matéria vai para sanção da presidente Dilma Rousseff. No entanto, em acordo firmado na CCJ e mantido em plenário, os senadores retiraram do texto a tolerância zero para a condução de veículos sob qualquer nível de álcool no sangue. Esse limite, atualmente, é de seis decigramas por litro de sangue.
Segundo o presidente da CCJ, senador Eunício Oliveira (PMDB-CE), o rigor maior na punição de motoristas alcoolizados constava no projeto que foi rejeitado na comissão. A proposta também avança ao admitir outros meios de prova para comprovar o uso de álcool pelo motorista.
O agente de trânsito poderá se valer de testemunhos, imagens, vídeos, perícias, exames ou qualquer outro tipo de prova que puder ser admitida em tribunal. Isso inclui testes que medem a concentração de álcool no sangue, exames clínicos ou qualquer outro meio que possa, cientificamente, comprovar o estado do condutor. Atualmente, a lei não especifica os tipos de evidências que podem ser colhidas, o que abre brecha para a inadmissão de muitas provas. A expectativa é que, antes do Natal, a lei já esteja valendo nas blitze pelo País.
As blitze da lei seca no Estado de São Paulo vão ter peritos
examinando quem se recusa a fazer o teste do bafômetro, além de médicos,
delegados e até cadeirantes vítimas de acidentes de trânsito.
A proposta é refazer totalmente as operações paulistas, para que se tornem referência nacional. O formato final das mudanças será definido, amanhã e na sexta-feira, em duas reuniões de representantes das Polícias Militar, Civil e Científica, do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e das Secretarias de Estado da Educação e da Saúde.
Um dos itens que serão discutidos é o uso de balões e tendas para sinalizar as blitze - como ocorre, por exemplo, no Rio. Setores do governo paulista têm receio de que a geografia paulistana - com mais rotas de fuga - impeça a adoção do modelo no Estado. As discussões já duram três meses.
Os peritos que vão participar das blitze são da Polícia Científica. Já foi definido que eles farão no próprio local da operação os exames clínicos necessários para atestar a embriaguez de motoristas que se recusem a fazer o teste do bafômetro. Além disso, um médico e uma enfermeira da Secretaria de Estado da Saúde ficarão encarregados de realizar exames de rotina nos motoristas. As blitze também terão um delegado e um escrivão da Polícia Civil. Eles serão responsáveis por tomar as medidas legais caso algum condutor seja flagrado bêbado.
Já os cadeirantes serão selecionados com ajuda da Secretaria de Desenvolvimento Social. A ideia é que sejam pessoas que perderam a mobilidade por causa de acidente de trânsito, seja motorista ou pedestre, e contem como a tragédia mudou sua vida. Esse tipo de sensibilização já ocorre no Mato Grosso do Sul e no Rio de Janeiro.
A proposta de repetir o exemplo em São Paulo surgiu em audiências públicas da Frente Parlamentar de Combate aos Motoristas Criminosos da Assembleia Legislativa. A deputada estadual Maria Lucia (PSDB) afirma que a ideia é mostrar o que pode acontecer quando se há abuso de álcool e velocidade. "É mais importante enfrentar a reação popular de quem se sente invadido com essas ações do que manter a impunidade para quem bebe e dirige."
Pelo cronograma proposto, as novas blitze da lei seca devem começar na capital e, no segundo trimestre de 2013, serem estendidas para o resto da Grande São Paulo. No terceiro trimestre, será a vez do interior e das rodovias. Mas o martelo sobre as datas e sobre o custo das operações só deve ser batido nas duas reuniões desta semana.
Mudanças
A nova forma de fiscalizar a lei seca surge no momento em que o Senado discute torná-la mais rigorosa. Está prevista para esta semana votação de um projeto de lei que aumenta para R$ 1.900 o valor da multa para motorista bêbado e aceita testemunhos como prova de embriaguez. O texto já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça. Só neste ano, 8.784 pessoas foram flagradas nas blitze realizadas na capital.
A proposta é refazer totalmente as operações paulistas, para que se tornem referência nacional. O formato final das mudanças será definido, amanhã e na sexta-feira, em duas reuniões de representantes das Polícias Militar, Civil e Científica, do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) e das Secretarias de Estado da Educação e da Saúde.
Um dos itens que serão discutidos é o uso de balões e tendas para sinalizar as blitze - como ocorre, por exemplo, no Rio. Setores do governo paulista têm receio de que a geografia paulistana - com mais rotas de fuga - impeça a adoção do modelo no Estado. As discussões já duram três meses.
Os peritos que vão participar das blitze são da Polícia Científica. Já foi definido que eles farão no próprio local da operação os exames clínicos necessários para atestar a embriaguez de motoristas que se recusem a fazer o teste do bafômetro. Além disso, um médico e uma enfermeira da Secretaria de Estado da Saúde ficarão encarregados de realizar exames de rotina nos motoristas. As blitze também terão um delegado e um escrivão da Polícia Civil. Eles serão responsáveis por tomar as medidas legais caso algum condutor seja flagrado bêbado.
Já os cadeirantes serão selecionados com ajuda da Secretaria de Desenvolvimento Social. A ideia é que sejam pessoas que perderam a mobilidade por causa de acidente de trânsito, seja motorista ou pedestre, e contem como a tragédia mudou sua vida. Esse tipo de sensibilização já ocorre no Mato Grosso do Sul e no Rio de Janeiro.
A proposta de repetir o exemplo em São Paulo surgiu em audiências públicas da Frente Parlamentar de Combate aos Motoristas Criminosos da Assembleia Legislativa. A deputada estadual Maria Lucia (PSDB) afirma que a ideia é mostrar o que pode acontecer quando se há abuso de álcool e velocidade. "É mais importante enfrentar a reação popular de quem se sente invadido com essas ações do que manter a impunidade para quem bebe e dirige."
Pelo cronograma proposto, as novas blitze da lei seca devem começar na capital e, no segundo trimestre de 2013, serem estendidas para o resto da Grande São Paulo. No terceiro trimestre, será a vez do interior e das rodovias. Mas o martelo sobre as datas e sobre o custo das operações só deve ser batido nas duas reuniões desta semana.
Mudanças
A nova forma de fiscalizar a lei seca surge no momento em que o Senado discute torná-la mais rigorosa. Está prevista para esta semana votação de um projeto de lei que aumenta para R$ 1.900 o valor da multa para motorista bêbado e aceita testemunhos como prova de embriaguez. O texto já foi aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça. Só neste ano, 8.784 pessoas foram flagradas nas blitze realizadas na capital.
O aplicativo é o "matador" do Mapas feito pela Apple, conhecido pelos erros grosseiros
O Google Maps para iPhone, foi lançado nesta última semana e para muitos proprietários do smartphone da Apple está sendo considerada a redenção após o lançamento do desastroso aplicativo próprio para mapas feito pela companhia de Cupertino há cerca de 3 meses, que substituiu um aplicativo que usava os mapas feitos pelo Google.
O novo Google Maps era um lançamento tão mais aguardado quanto o iOS 6. E virou o app mais baixado da App Store em apenas 7 horas.
Basicamente, o novo aplicativo tem uma interface nova para o iOS. Mas que será estendida ao próprio Android, sistema do Google presente em quase todos os smartphones do planeta. A interface no iPhone é bastante limpa e moderna, com tudo bem distribuído e fontes equilibradas.
Entre as funções que agora o Google Maps para iPhone terá, é a navegação curva-a-curva, com rotas para veículos, pedestres e ônibus, cuja vantagem está em apontar a duração da viagem conforme as condições atuais do trânsito para veículos. E assim como no Android, é possível deixar o aplicativo de navegação em segundo plano e utilizar outras funcionalidades do iPhone. E o bom disso, é que tudo funciona no Brasil. Ainda há também as "InfoSheets", que são páginas com informações rápidas de lugares.
Como baixar o aplicativo em seu iPhone? Se informe no website do serviço.
O Google Maps para iPhone, foi lançado nesta última semana e para muitos proprietários do smartphone da Apple está sendo considerada a redenção após o lançamento do desastroso aplicativo próprio para mapas feito pela companhia de Cupertino há cerca de 3 meses, que substituiu um aplicativo que usava os mapas feitos pelo Google.
O novo Google Maps era um lançamento tão mais aguardado quanto o iOS 6. E virou o app mais baixado da App Store em apenas 7 horas.
Basicamente, o novo aplicativo tem uma interface nova para o iOS. Mas que será estendida ao próprio Android, sistema do Google presente em quase todos os smartphones do planeta. A interface no iPhone é bastante limpa e moderna, com tudo bem distribuído e fontes equilibradas.
Entre as funções que agora o Google Maps para iPhone terá, é a navegação curva-a-curva, com rotas para veículos, pedestres e ônibus, cuja vantagem está em apontar a duração da viagem conforme as condições atuais do trânsito para veículos. E assim como no Android, é possível deixar o aplicativo de navegação em segundo plano e utilizar outras funcionalidades do iPhone. E o bom disso, é que tudo funciona no Brasil. Ainda há também as "InfoSheets", que são páginas com informações rápidas de lugares.
Como baixar o aplicativo em seu iPhone? Se informe no website do serviço.
Está em vigor a Operação Integrada Rodovida 2012/2013, que terá ações
dos ministérios das Cidades, Saúde, Transportes e Justiça. Os trabalhos
serão desenvolvidos com base em três eixos: educação, conscientização e
fiscalização. A operação iniciou nesse sábado e se estende até o dia 13
de fevereiro e faz parte do Parada – Um Pacto pela Vida lançado pelo
governo brasileiro em resposta a decisão das Organizações das Nações
Unidas (Onu) de reduzir em 50% o número de mortes no trânsito no mundo,
durante a década de 2010 a 2020.
As ações serão realizadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans), Polícias Militares e Civis, Órgão Municipais e Estaduais de Trânsito e Concessionárias de Rodovias. A conscientização dos motoristas será o foco das duas campanhas publicitárias que serão veiculadas pelos ministérios das Cidades e Transportes durante o Natal e Ano Novo. A ideia é alertar os motoristas sobre o elevado número de mortes no trânsito que ocorre durante este período.
Dados alarmantes
Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF) é neste período, que ocorre o maior número de acidentes de trânsito comparado com a média anual. As ocorrências registradas pela PRF mostram que, de janeiro a novembro de 2010, houve uma média mensal de 557 acidentes provocados por ingestão de álcool nas rodovias federais.
Em dezembro do mesmo ano, o número aumentou 21,9% com 679 acidentes registrados. O excesso de velocidade matou uma média mensal de 67 pessoas de janeiro a novembro. Em dezembro o número subiu para 111, 65,7% de aumento.
Fiscalizações intensas
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), órgão do Ministério dos Transportes, tem em operação nas rodovias federais 1.180 equipamentos eletrônicos controladores de velocidade como barreiras eletrônicas, pardais, controle de avanço de sinais, parada sobre a faixa e controle de velocidade.
A previsão é fechar o ano de 2012 com 1.650 equipamentos em operação. Até 2013, serão 2.696 equipamentos, que vão monitorar 5.392 faixas pelo prazo de cinco anos. Neste período, o governo federal investirá R$ 773,3 milhões no programa, com recursos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O Departamento de Polícia Rodoviária Federal (PRF), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, fará blitz nas BRs e, simultaneamente, os órgãos de trânsito parceiros nas rodovias estaduais ou vias municipais, em torno de 100 pontos críticos. Com dez quilômetros cada, estes trechos mais críticos correspondem a 1,4% da malha federal sob-responsabilidade da PRF. São neles que acontecem 27,6% dos acidentes e 11% das mortes, registrados de janeiro a setembro de 2012.
As ações serão realizadas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF), Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans), Polícias Militares e Civis, Órgão Municipais e Estaduais de Trânsito e Concessionárias de Rodovias. A conscientização dos motoristas será o foco das duas campanhas publicitárias que serão veiculadas pelos ministérios das Cidades e Transportes durante o Natal e Ano Novo. A ideia é alertar os motoristas sobre o elevado número de mortes no trânsito que ocorre durante este período.
Dados alarmantes
Conforme a Polícia Rodoviária Federal (PRF) é neste período, que ocorre o maior número de acidentes de trânsito comparado com a média anual. As ocorrências registradas pela PRF mostram que, de janeiro a novembro de 2010, houve uma média mensal de 557 acidentes provocados por ingestão de álcool nas rodovias federais.
Em dezembro do mesmo ano, o número aumentou 21,9% com 679 acidentes registrados. O excesso de velocidade matou uma média mensal de 67 pessoas de janeiro a novembro. Em dezembro o número subiu para 111, 65,7% de aumento.
Fiscalizações intensas
O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), órgão do Ministério dos Transportes, tem em operação nas rodovias federais 1.180 equipamentos eletrônicos controladores de velocidade como barreiras eletrônicas, pardais, controle de avanço de sinais, parada sobre a faixa e controle de velocidade.
A previsão é fechar o ano de 2012 com 1.650 equipamentos em operação. Até 2013, serão 2.696 equipamentos, que vão monitorar 5.392 faixas pelo prazo de cinco anos. Neste período, o governo federal investirá R$ 773,3 milhões no programa, com recursos previstos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).
O Departamento de Polícia Rodoviária Federal (PRF), órgão vinculado ao Ministério da Justiça, fará blitz nas BRs e, simultaneamente, os órgãos de trânsito parceiros nas rodovias estaduais ou vias municipais, em torno de 100 pontos críticos. Com dez quilômetros cada, estes trechos mais críticos correspondem a 1,4% da malha federal sob-responsabilidade da PRF. São neles que acontecem 27,6% dos acidentes e 11% das mortes, registrados de janeiro a setembro de 2012.
Durante feriados prolongados, fila não é uma exclusividade só de quem está na estrada.
Ao longo do caminho para a praia, há fila para entrar no banheiro, para achar lugar no balcão, para pagar a conta, para abastecer o carro, sacar dinheiro.
"Em feriado, não tem descanso. Trabalhamos muito", resume Josias de Oliveira, gerente do Frango Assado, primeiro restaurante da Imigrantes na descida ao litoral. "Os produtos acabam rápido, tenho de ficar atento para não deixar as prateleiras vazias", diz o gerente, que interrompe a entrevista para ouvir queixas de um cliente na fila do caixa.
O volume de consumidores dobra em relação aos dias normais e bate em 3.000. A entrada tem de ser controlada e a fila de carros pode chegar à margem da rodovia.
Mas toda essa cena não desanima os turistas. "Vale pegar trânsito, vale a praia cheia, vale tudo", diz a psicóloga Edylene Carvalho, 45, enquanto saboreava, em novembro, um lanche com a família. Moradora da zona norte paulistana, ela seguia para Mongaguá, onde tem casa.
Ao longo do caminho para a praia, há fila para entrar no banheiro, para achar lugar no balcão, para pagar a conta, para abastecer o carro, sacar dinheiro.
"Em feriado, não tem descanso. Trabalhamos muito", resume Josias de Oliveira, gerente do Frango Assado, primeiro restaurante da Imigrantes na descida ao litoral. "Os produtos acabam rápido, tenho de ficar atento para não deixar as prateleiras vazias", diz o gerente, que interrompe a entrevista para ouvir queixas de um cliente na fila do caixa.
O volume de consumidores dobra em relação aos dias normais e bate em 3.000. A entrada tem de ser controlada e a fila de carros pode chegar à margem da rodovia.
Mas toda essa cena não desanima os turistas. "Vale pegar trânsito, vale a praia cheia, vale tudo", diz a psicóloga Edylene Carvalho, 45, enquanto saboreava, em novembro, um lanche com a família. Moradora da zona norte paulistana, ela seguia para Mongaguá, onde tem casa.
Um milhão
de bafômetros ‘descartáveis’ foram entregues, nesta semana ), ao
presidente da Associação Nacional dos Detrans (AND), Teodoro Moreira
Lopes (o Dóia), que também preside o Departamento Estadual de Trânsito
(Detran-MT).
A entrega simbólica aconteceu durante a solenidade de lançamento da ‘Operação Integração e Enfrentamento à Violência de Trânsito’, no Ministério da Justiça, em Brasília. A AND entregará os bafômetros aos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) que os utilizarão em ações educativas e preventivas de cada estado e do Distrito Federal sob a orientação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e da coordenação da Operação Integrada.
Para o presidente da AND, Teodoro Lopes, a Operação Integrada é uma iniciativa importante do governo federal, já que ações para redução de acidentes de trânsito requerem ações conjuntas. “A união de todos os ministérios afins à questão do trânsito é de fundamental importância e sempre defendida pela AND. O governo está de parabéns. E nós, dos Detrans de todo o Brasil, vamos nos empenhar ao máximo para que muitas vidas sejam salvas com esta Operação”, afirmou.
A ‘Operação Integração de Enfrentamento à Violência de Trânsito’ é uma ação interministerial do governo federal, envolvendo os ministérios das Cidades, da Justiça, dos Transportes e da Saúde, tendo a AND como parceira. Participaram da solenidade os ministros Aguinaldo Ribeiro (Cidades), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Paulo Sérgio Passos (Transportes). O ministro Alexandre Padilha (Sáude) foi representado por um de seus secretários.
A entrega simbólica aconteceu durante a solenidade de lançamento da ‘Operação Integração e Enfrentamento à Violência de Trânsito’, no Ministério da Justiça, em Brasília. A AND entregará os bafômetros aos Departamentos Estaduais de Trânsito (Detrans) que os utilizarão em ações educativas e preventivas de cada estado e do Distrito Federal sob a orientação do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) e da coordenação da Operação Integrada.
Para o presidente da AND, Teodoro Lopes, a Operação Integrada é uma iniciativa importante do governo federal, já que ações para redução de acidentes de trânsito requerem ações conjuntas. “A união de todos os ministérios afins à questão do trânsito é de fundamental importância e sempre defendida pela AND. O governo está de parabéns. E nós, dos Detrans de todo o Brasil, vamos nos empenhar ao máximo para que muitas vidas sejam salvas com esta Operação”, afirmou.
A ‘Operação Integração de Enfrentamento à Violência de Trânsito’ é uma ação interministerial do governo federal, envolvendo os ministérios das Cidades, da Justiça, dos Transportes e da Saúde, tendo a AND como parceira. Participaram da solenidade os ministros Aguinaldo Ribeiro (Cidades), José Eduardo Cardozo (Justiça) e Paulo Sérgio Passos (Transportes). O ministro Alexandre Padilha (Sáude) foi representado por um de seus secretários.
Foi publicada nessa sexta-feira, 14 de dezembro, a resolução do Conselho
Nacional de Seguros Privados (CNSP) 266, que estipula as condições para
o parcelamento do Seguro DPVAT, que cobre danos pessoais a vítimas de
acidentes de trânsito. O parcelamento já havia sido anunciado em outubro
pelo decreto presidencial nº 7.833 e aguardava regulamentação
detalhada.
Conforme acordo entre a Seguradora Líder DPVAT, administradora do seguro DPVAT no Brasil, e os Departamentos de Trânsito (DETRAN’s), o parcelamento será possível em todos os Estados já a partir de janeiro de 2013. As datas de vencimento variam por Estado, seguindo os calendários locais e a numeração final da placa do veículo.
Segundo a norma, os proprietários poderão dividir o pagamento em três parcelas iguais, mensais e consecutivas, desde que o valor mínimo seja de R$ 70 por parcela. O objetivo é alcançar os veículos em que o custo do seguro é mais alto, como motocicletas, vans e ônibus. A medida deve atingir cerca de 20 milhões de veículos destas categorias, com exceção aos veículos com primeiro licenciamento em 2013 (0 km), que somente poderão efetuar a quitação do seguro em parcela única.
O parcelamento também não vale para os vencimentos anteriores, ou seja, os seguros atrasados devem ser pagos à vista. A opção de dividir o valor será facultativa, porém os proprietários de veículos que decidirem pelo parcelamento e não cumprirem com o prazo estabelecido pelo calendário de vencimentos, perderão o direito e deverão pagar o valor devido em uma única parcela, na data de vencimento da parcela seguinte.
No Brasil, todo cidadão que sofre um acidente de trânsito, seja pedestre, motorista ou passageiro, tem direito ao Seguro DPVAT nos casos de morte (R$ 13.500), invalidez permanente (até R$ 13.500) e reembolso de despesas médicas e hospitalares (até R$ 2.700). A atual responsável pela administração do Seguro DPVAT é a Seguradora Líder DPVAT, que tem o objetivo de assegurar à população, em todo o território nacional, o acesso aos benefícios do Seguro DPVAT.
O processo para recebimento do seguro pelas vítimas de trânsito dispensa o auxílio de intermediários. Basta apresentar os documentos em um ponto de atendimento oficial no prazo de três anos a contar da data da ocorrência do acidente. O pagamento da indenização é feito em conta corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários, em até 30 dias após a apresentação da documentação necessária. Os endereços, telefones e mais informações sobre o Seguro DPVAT estão disponíveis pelo site www.dpvatsegurodotransito.com.br e 0800-0221204.
Conforme acordo entre a Seguradora Líder DPVAT, administradora do seguro DPVAT no Brasil, e os Departamentos de Trânsito (DETRAN’s), o parcelamento será possível em todos os Estados já a partir de janeiro de 2013. As datas de vencimento variam por Estado, seguindo os calendários locais e a numeração final da placa do veículo.
Segundo a norma, os proprietários poderão dividir o pagamento em três parcelas iguais, mensais e consecutivas, desde que o valor mínimo seja de R$ 70 por parcela. O objetivo é alcançar os veículos em que o custo do seguro é mais alto, como motocicletas, vans e ônibus. A medida deve atingir cerca de 20 milhões de veículos destas categorias, com exceção aos veículos com primeiro licenciamento em 2013 (0 km), que somente poderão efetuar a quitação do seguro em parcela única.
O parcelamento também não vale para os vencimentos anteriores, ou seja, os seguros atrasados devem ser pagos à vista. A opção de dividir o valor será facultativa, porém os proprietários de veículos que decidirem pelo parcelamento e não cumprirem com o prazo estabelecido pelo calendário de vencimentos, perderão o direito e deverão pagar o valor devido em uma única parcela, na data de vencimento da parcela seguinte.
No Brasil, todo cidadão que sofre um acidente de trânsito, seja pedestre, motorista ou passageiro, tem direito ao Seguro DPVAT nos casos de morte (R$ 13.500), invalidez permanente (até R$ 13.500) e reembolso de despesas médicas e hospitalares (até R$ 2.700). A atual responsável pela administração do Seguro DPVAT é a Seguradora Líder DPVAT, que tem o objetivo de assegurar à população, em todo o território nacional, o acesso aos benefícios do Seguro DPVAT.
O processo para recebimento do seguro pelas vítimas de trânsito dispensa o auxílio de intermediários. Basta apresentar os documentos em um ponto de atendimento oficial no prazo de três anos a contar da data da ocorrência do acidente. O pagamento da indenização é feito em conta corrente ou poupança da vítima ou de seus beneficiários, em até 30 dias após a apresentação da documentação necessária. Os endereços, telefones e mais informações sobre o Seguro DPVAT estão disponíveis pelo site www.dpvatsegurodotransito.com.br e 0800-0221204.
A nova proposta abre a possibilidade de que o Contran regulamente testes para verificar quando o motorista está sob efeito de qualquer substância psicoativa
A mudança na lei seca planejada pelo Congresso vai atingir também quem dirigir sob o efeito de qualquer outra substância que possa provocar alteração na capacidade psicomotora - ou seja, até remédios. A proposta abre a possibilidade de que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regulamente testes para verificar quando o motorista está sob efeito de qualquer substância psicoativa.
Hoje, o Código de Trânsito prevê a proibição de dirigir sob efeito de qualquer dessas substâncias, mas não trata da fiscalização. Autor do projeto original, o deputado Hugo Leal (PSC-RJ) destacou na justificativa que até mesmo pessoas que tomam medicamentos podem ser enquadradas, se isso alterar sua capacidade de dirigir. Ele destacou que o objetivo não é só atacar o álcool, mas qualquer produto que interfira negativamente na capacidade do motorista.
Nesse trecho, a lei seca será alterada para deixar claro que o objetivo é combater o que leva o condutor a ter capacidade psicomotora alterada. Desde o início da lei seca, o artigo não fala só em álcool. Com a possibilidade de ampliação da prova, poderemos enquadrar outras substâncias psicoativas. Pode ser droga lícita, mas, se causa desestabilização, como um medicamento psiquiátrico, a pessoa poderá ser enquadrada.
Apesar da ampliação, técnicos do governo ouvidos nos últimos meses ressaltam que o objetivo da mudança é combater principalmente quem dirige sob efeito de drogas ilícitas. O texto final do projeto, costurado ainda na Câmara, teve a participação dos ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Aguinaldo Ribeiro (Cidades). Apesar de aceitar pontos polêmicos, como o enquadramento por remédios, o governo optou por não aceitar a chamada tolerância zero.
A mudança na lei seca planejada pelo Congresso vai atingir também quem dirigir sob o efeito de qualquer outra substância que possa provocar alteração na capacidade psicomotora - ou seja, até remédios. A proposta abre a possibilidade de que o Conselho Nacional de Trânsito (Contran) regulamente testes para verificar quando o motorista está sob efeito de qualquer substância psicoativa.
Hoje, o Código de Trânsito prevê a proibição de dirigir sob efeito de qualquer dessas substâncias, mas não trata da fiscalização. Autor do projeto original, o deputado Hugo Leal (PSC-RJ) destacou na justificativa que até mesmo pessoas que tomam medicamentos podem ser enquadradas, se isso alterar sua capacidade de dirigir. Ele destacou que o objetivo não é só atacar o álcool, mas qualquer produto que interfira negativamente na capacidade do motorista.
Nesse trecho, a lei seca será alterada para deixar claro que o objetivo é combater o que leva o condutor a ter capacidade psicomotora alterada. Desde o início da lei seca, o artigo não fala só em álcool. Com a possibilidade de ampliação da prova, poderemos enquadrar outras substâncias psicoativas. Pode ser droga lícita, mas, se causa desestabilização, como um medicamento psiquiátrico, a pessoa poderá ser enquadrada.
Apesar da ampliação, técnicos do governo ouvidos nos últimos meses ressaltam que o objetivo da mudança é combater principalmente quem dirige sob efeito de drogas ilícitas. O texto final do projeto, costurado ainda na Câmara, teve a participação dos ministros José Eduardo Cardozo (Justiça) e Aguinaldo Ribeiro (Cidades). Apesar de aceitar pontos polêmicos, como o enquadramento por remédios, o governo optou por não aceitar a chamada tolerância zero.
Em péssimas condições de uso e com a pista molhada, os pneus
podem perder a aderência com o asfalto, causando a aquaplanagem. Nessas
condições, o risco de acidente aumenta. Por isso, ao pegar a estrada e
enfrentar uma chuva, o melhor é ter atenção redobrada.
“Nas primeiras chuvas, principalmente, existe aquele emborrachamento que o asfalto vai sofrendo durante o período de estiagem, além do acúmulo de detritos, como óleo e resíduos. A aquaplanagem ocorre porque o asfalto fica liso, em função de graxa deixada pelos caminhões. É importante que o motorista verifique as condições dos pneus antes de pegar estrada”, alertou o policial rodoviário Ronaldo.
A manutenção do veículo deve ser feita seguindo as normas de segurança ou do fabricante. O uso adequado de luzes e faróis pode fazer a diferença. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, o condutor de veículos automotores que circulam sob chuva ou neblina, deve manter acesas pelo menos as luzes de posição (Veja na reportagem acima).
Já o farol baixo, mesmo durante o dia, permite uma melhor visibilidade. Esta é uma recomendação do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) e pode evitar acidente. A resolução do Contran, em vigor desde 2008, vale para todas as rodovias federais que cortam o país. Para a Polícia Rodoviária Federal, o uso dos faróis ligados no período diurno aumenta a visibilidade em pelo menos 50%, evitando, principalmente, acidentes de colisão frontal.
Além disso, o Código de Trânsito prevê no artigo 40 que os veículos de transporte coletivo regular de passageiros, como ônibus e as motocicletas, devem utilizar farois com luz baixa durante o dia e a noite, obrigatoriamente
“Nas primeiras chuvas, principalmente, existe aquele emborrachamento que o asfalto vai sofrendo durante o período de estiagem, além do acúmulo de detritos, como óleo e resíduos. A aquaplanagem ocorre porque o asfalto fica liso, em função de graxa deixada pelos caminhões. É importante que o motorista verifique as condições dos pneus antes de pegar estrada”, alertou o policial rodoviário Ronaldo.
A manutenção do veículo deve ser feita seguindo as normas de segurança ou do fabricante. O uso adequado de luzes e faróis pode fazer a diferença. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, o condutor de veículos automotores que circulam sob chuva ou neblina, deve manter acesas pelo menos as luzes de posição (Veja na reportagem acima).
Já o farol baixo, mesmo durante o dia, permite uma melhor visibilidade. Esta é uma recomendação do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) e pode evitar acidente. A resolução do Contran, em vigor desde 2008, vale para todas as rodovias federais que cortam o país. Para a Polícia Rodoviária Federal, o uso dos faróis ligados no período diurno aumenta a visibilidade em pelo menos 50%, evitando, principalmente, acidentes de colisão frontal.
Além disso, o Código de Trânsito prevê no artigo 40 que os veículos de transporte coletivo regular de passageiros, como ônibus e as motocicletas, devem utilizar farois com luz baixa durante o dia e a noite, obrigatoriamente
O governo federal anunciou nesta quinta-feira o lançamento
de uma operação integrada entre os ministérios das Cidades, da Saúde,
da Justiça e dos Transportes com a finalidade de reduzir o número de
acidentes de trânsito no período de fim de ano e férias escolares.
A campanha, cujo foco será a conscientização dos motoristas, será realizada entre os dias 15 de dezembro e 13 de fevereiro, ao fim do Carnaval, e fará alertas, entre outros, para os riscos de dirigir sob influência de bebida alcoólica e do excesso de velocidade. A campanha também contará com inserções publicitárias em meios eletrônicos e impressos e a intenção é conferir um caráter popular às ações, com a participação de todos os segmentos da sociedade. Um dos conceitos da campanha é o alerta para a necessidade de “abandonar” a “tradição de fim de ano” de aumento no número de acidentes em rodovias.
Entre as ações previstas na campanha está a distribuição de um milhão de bafômetros educativos para os Detrans das 27 unidades da Federação. São Paulo (309.600), Minas Gerais (109.800) e Bahia (36.000) são os Estados que mais receberão o instrumento de caráter pedagógico, por meio do Ministério das Cidades. Segundo a pasta, os bafômetros educativos foram doados ao governo federal por entidades ligadas a empresas de seguros e têm por finalidade conscientizar os motoristas.
A operação faz parte do Pacto Nacional pela Redução de Acidentes (Parada), da Organização das Nações Unidas (ONU), firmado pelo governo brasileiro com a finalidade de reduzir até 2020 em 50% as mortes decorrentes de acidentes de trânsito. “O Estado brasileiro não pode ficar omisso a essa triste realidade”, disse o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ao destacar a importância de ações integradas entre os entes federativos e as ações adotadas anteriormente pelo governo para reduzir o número de acidentes de trânsito.
Nos meses entre dezembro e fevereiro, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram quase 47 mil acidentes entre 2010 e 2011 e pouco mais de 43 mil entre 2011 e 2012. O órgão considera o aumento da frota de veículos no período. “Esses números, embora bons, não expressam o sucesso total da operação. Nesse período houve um acréscimo de veículos em circulação”, disse Cardozo.
O governo também prevê a realização de fiscalização em rodovias federais, estaduais e municipais, em cerca de 100 pontos mapeados como críticos, entre os quais a BR-101 em Santa Catarina, por volta do Km 100; BR-316 no Pará, próximo ao Km 10; e na BR-381, entre os trechos Km 480 e Km 490. Nessas localidades foram registrados entre janeiro e setembro deste ano, respectivamente, 1.617, 1.461 e 1.158 acidentes.
“O governo e toda a sociedade brasileira não podem se conformar com essas estatísticas”, disse o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, em discurso. “Nossa presidente Dilma Rousseff elegeu esse tema como um de seus prioritários. Ela pessoalmente tem sido a comandante dessa campanha”, afirmou o ministro.
A campanha, cujo foco será a conscientização dos motoristas, será realizada entre os dias 15 de dezembro e 13 de fevereiro, ao fim do Carnaval, e fará alertas, entre outros, para os riscos de dirigir sob influência de bebida alcoólica e do excesso de velocidade. A campanha também contará com inserções publicitárias em meios eletrônicos e impressos e a intenção é conferir um caráter popular às ações, com a participação de todos os segmentos da sociedade. Um dos conceitos da campanha é o alerta para a necessidade de “abandonar” a “tradição de fim de ano” de aumento no número de acidentes em rodovias.
Entre as ações previstas na campanha está a distribuição de um milhão de bafômetros educativos para os Detrans das 27 unidades da Federação. São Paulo (309.600), Minas Gerais (109.800) e Bahia (36.000) são os Estados que mais receberão o instrumento de caráter pedagógico, por meio do Ministério das Cidades. Segundo a pasta, os bafômetros educativos foram doados ao governo federal por entidades ligadas a empresas de seguros e têm por finalidade conscientizar os motoristas.
A operação faz parte do Pacto Nacional pela Redução de Acidentes (Parada), da Organização das Nações Unidas (ONU), firmado pelo governo brasileiro com a finalidade de reduzir até 2020 em 50% as mortes decorrentes de acidentes de trânsito. “O Estado brasileiro não pode ficar omisso a essa triste realidade”, disse o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, ao destacar a importância de ações integradas entre os entes federativos e as ações adotadas anteriormente pelo governo para reduzir o número de acidentes de trânsito.
Nos meses entre dezembro e fevereiro, segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), foram quase 47 mil acidentes entre 2010 e 2011 e pouco mais de 43 mil entre 2011 e 2012. O órgão considera o aumento da frota de veículos no período. “Esses números, embora bons, não expressam o sucesso total da operação. Nesse período houve um acréscimo de veículos em circulação”, disse Cardozo.
O governo também prevê a realização de fiscalização em rodovias federais, estaduais e municipais, em cerca de 100 pontos mapeados como críticos, entre os quais a BR-101 em Santa Catarina, por volta do Km 100; BR-316 no Pará, próximo ao Km 10; e na BR-381, entre os trechos Km 480 e Km 490. Nessas localidades foram registrados entre janeiro e setembro deste ano, respectivamente, 1.617, 1.461 e 1.158 acidentes.
“O governo e toda a sociedade brasileira não podem se conformar com essas estatísticas”, disse o ministro das Cidades, Aguinaldo Ribeiro, em discurso. “Nossa presidente Dilma Rousseff elegeu esse tema como um de seus prioritários. Ela pessoalmente tem sido a comandante dessa campanha”, afirmou o ministro.
Os motoristas do Estado do Rio que planejam fazer a conversão dos carros a etanol ou gasolina
para Gás Natural Veicular (GNV) devem se apressar para garantir o
desconto de 75% no IPVA 2013. Segundo a Secretaria estadual de Fazenda, a
vistoria do cilindro instalado deve ser feita até o dia 28 para haver
redução no imposto.
Em média, o prazo entre a instalação do kit-gás e a vistoria no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RJ) é de, no mínimo, três dias.
Ao instalar o kit, a oficina (que deve ser registrada no Inmetro) fornece um atestado de qualidade, com validade de dez dias. Nesse período, o motorista deve levar o carro a um local de inspeção, também credenciado pelo Inmetro, com a carteira de habilitação, o documento do veículo, as notas fiscais do kit-gás e o atestado de qualidade para retirar o Certificado de Segurança Veicular (CSV). Depois, deve fazer a vistoria no Detran-RJ.
Economia de até 60%
Apesar do alto investimento para a conversão do carro — que custa, em média, R$ 2 mil —, o preço do GNV está bem mais em conta em relação aos outros combustíveis. Segundo a pesquisa mais recente feita pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) entre os dias 2 e 8 deste mês, o preço médio do metro cúbico do GNV no Estado do Rio é R$ 1,66, enquanto a gasolina e o etanol custam, em média, R$ 2,86 e R$ 2,21 (o litro), respectivamente.
Considerando a média de consumo (13 quilômetros por metro cúbico de gás natural, dez quilômetros por litro de gasolina e sete quilômetros por litro de etanol), para percorrer cem quilômetros o motorista desembolsa R$ 12,76 ao usar GNV (economia de 55% em relação ao gasto de R$ 28,60 com gasolina e de 60% em comparação aos R$ 31,56 que pagaria pelo álcool).
Em média, o prazo entre a instalação do kit-gás e a vistoria no Departamento Estadual de Trânsito (Detran-RJ) é de, no mínimo, três dias.
Ao instalar o kit, a oficina (que deve ser registrada no Inmetro) fornece um atestado de qualidade, com validade de dez dias. Nesse período, o motorista deve levar o carro a um local de inspeção, também credenciado pelo Inmetro, com a carteira de habilitação, o documento do veículo, as notas fiscais do kit-gás e o atestado de qualidade para retirar o Certificado de Segurança Veicular (CSV). Depois, deve fazer a vistoria no Detran-RJ.
Economia de até 60%
Apesar do alto investimento para a conversão do carro — que custa, em média, R$ 2 mil —, o preço do GNV está bem mais em conta em relação aos outros combustíveis. Segundo a pesquisa mais recente feita pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) entre os dias 2 e 8 deste mês, o preço médio do metro cúbico do GNV no Estado do Rio é R$ 1,66, enquanto a gasolina e o etanol custam, em média, R$ 2,86 e R$ 2,21 (o litro), respectivamente.
Considerando a média de consumo (13 quilômetros por metro cúbico de gás natural, dez quilômetros por litro de gasolina e sete quilômetros por litro de etanol), para percorrer cem quilômetros o motorista desembolsa R$ 12,76 ao usar GNV (economia de 55% em relação ao gasto de R$ 28,60 com gasolina e de 60% em comparação aos R$ 31,56 que pagaria pelo álcool).
Mudanças de comportamento do veículo, como falta de
estabilidade ao dirigir, ruídos e perda de eficiência do sistema de
frenagem, balanço excessivo nas arrancadas, freadas e quebra molas,
vazamento de óleo no corpo do amortecedor e desgaste prematuro e
irregular dos pneus são sinais de desgaste dos amortecedores, item de segurança do veículo
Transitar em alta velocidade sobre lombadas, por estradas esburacadas e com excesso de carga pode ser prejudicial aos amortecedores, itens fundamentais da suspensão que, além da função de amortecimento, também garantem segurança e boa dirigibilidade. São itens responsáveis por atenuar impactos na carroceria e manter os pneus em contato com o solo.
Por isso, rodar com os amortecedores desgastados compromete a estabilidade do veículo em curvas, bem como adiar a troca pode gerar gastos maiores que o previsto aos consumidores na hora de fazer a manutenção.
É fundamental prestar atenção às mudanças de comportamento do veículo, como falta de estabilidade ao dirigir, ruídos e perda de eficiência do sistema de freio, balanço excessivo nas arrancadas, freadas e quebra molas, vazamento de óleo no corpo do amortecedor e desgaste prematuro e irregular dos pneus. “Estes fatos podem indicar que a vida útil dos amortecedores chegou ao fim. É o momento de trocar os componentes”, alerta.
Amortecedores desgastados ou danificados podem trazer diversos riscos ao veículo e ocupantes, já que há aumento da distância de frenagem, tendência de aquaplanagem em superfícies alagadas e de o veículo sair para o lado de fora das curvas, entre outras consequências.
Para prolongar a vida útil dos amortecedores, Silva recomenda manter em dia o alinhamento de direção e o balanceamento das rodas, não transportar excesso de carga no veículo e transitar em baixa velocidade em lombadas e ruas esburacadas. “O impacto nos amortecedores é bem maior em terrenos irregulares. Isto acarreta desgaste prematuro nos componentes”, ressalta. Além disso, a forma como o condutor dirige também interfere na durabilidade dos amortecedores.
Silva recomenda, a partir dos 40.000 km, revisão nos amortecedores a cada 10.000 km em uma oficina de confiança especializada, lembrando que não há como aproveitar amortecedor usado. Deve-se substituir por outro novo com as mesmas características.
Atendendo a Portaria nº 301 de 21/07/201, que determina a obrigatoriedade do selo do Inmetro – Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia para amortecedores, entre outros componentes automotivos, a Nakata já se adiantou e conquistou a certificação de conformidade, que passa a ser obrigatória para fabricantes, a partir de janeiro de 2013.
Sobre a Nakata
A Nakata, fabricante de autopeças para o mercado de reposição automotiva com uma linha completa de componentes para suspensão, transmissão, freios e motor, faz parte da Affinia Automotiva presente no Brasil desde 2004, com quatro unidades de negócios, incluindo fábrica, sede administrativa e dois centros de distribuição.
Além da Nakata, a Affinia, que tem operações totalmente voltadas ao mercado da reposição automotiva, com amplo portfólio de produtos, também comercializa as marcas Spicer, Wix e Power Engine. A empresa dispõe de central de atendimento, catálogos eletrônicos, entre outros serviços. Participa do Programa Carro 100% / Caminhão 100% , iniciativa inédita no País que visa conscientizar o motorista sobre a importância da manutenção preventiva do veículo. Mais informações no site: www.affinia.com.br
No mundo
A Affinia Automotiva pertence à Affinia Group, multinacional norte-americana líder mundial em fabricação e distribuição de componentes automotivos para o mercado de reposição, conta com 11 mil colaboradores, tem plantas em 11 países e comercializa produtos para mais de 70 países da América do Norte e Sul, Europa e Ásia, com faturamento global da ordem US$ 2 bilhões ao ano (exercício 2010).
Transitar em alta velocidade sobre lombadas, por estradas esburacadas e com excesso de carga pode ser prejudicial aos amortecedores, itens fundamentais da suspensão que, além da função de amortecimento, também garantem segurança e boa dirigibilidade. São itens responsáveis por atenuar impactos na carroceria e manter os pneus em contato com o solo.
Por isso, rodar com os amortecedores desgastados compromete a estabilidade do veículo em curvas, bem como adiar a troca pode gerar gastos maiores que o previsto aos consumidores na hora de fazer a manutenção.
É fundamental prestar atenção às mudanças de comportamento do veículo, como falta de estabilidade ao dirigir, ruídos e perda de eficiência do sistema de freio, balanço excessivo nas arrancadas, freadas e quebra molas, vazamento de óleo no corpo do amortecedor e desgaste prematuro e irregular dos pneus. “Estes fatos podem indicar que a vida útil dos amortecedores chegou ao fim. É o momento de trocar os componentes”, alerta.
Amortecedores desgastados ou danificados podem trazer diversos riscos ao veículo e ocupantes, já que há aumento da distância de frenagem, tendência de aquaplanagem em superfícies alagadas e de o veículo sair para o lado de fora das curvas, entre outras consequências.
Para prolongar a vida útil dos amortecedores, Silva recomenda manter em dia o alinhamento de direção e o balanceamento das rodas, não transportar excesso de carga no veículo e transitar em baixa velocidade em lombadas e ruas esburacadas. “O impacto nos amortecedores é bem maior em terrenos irregulares. Isto acarreta desgaste prematuro nos componentes”, ressalta. Além disso, a forma como o condutor dirige também interfere na durabilidade dos amortecedores.
Silva recomenda, a partir dos 40.000 km, revisão nos amortecedores a cada 10.000 km em uma oficina de confiança especializada, lembrando que não há como aproveitar amortecedor usado. Deve-se substituir por outro novo com as mesmas características.
Atendendo a Portaria nº 301 de 21/07/201, que determina a obrigatoriedade do selo do Inmetro – Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia para amortecedores, entre outros componentes automotivos, a Nakata já se adiantou e conquistou a certificação de conformidade, que passa a ser obrigatória para fabricantes, a partir de janeiro de 2013.
Sobre a Nakata
A Nakata, fabricante de autopeças para o mercado de reposição automotiva com uma linha completa de componentes para suspensão, transmissão, freios e motor, faz parte da Affinia Automotiva presente no Brasil desde 2004, com quatro unidades de negócios, incluindo fábrica, sede administrativa e dois centros de distribuição.
Além da Nakata, a Affinia, que tem operações totalmente voltadas ao mercado da reposição automotiva, com amplo portfólio de produtos, também comercializa as marcas Spicer, Wix e Power Engine. A empresa dispõe de central de atendimento, catálogos eletrônicos, entre outros serviços. Participa do Programa Carro 100% / Caminhão 100% , iniciativa inédita no País que visa conscientizar o motorista sobre a importância da manutenção preventiva do veículo. Mais informações no site: www.affinia.com.br
No mundo
A Affinia Automotiva pertence à Affinia Group, multinacional norte-americana líder mundial em fabricação e distribuição de componentes automotivos para o mercado de reposição, conta com 11 mil colaboradores, tem plantas em 11 países e comercializa produtos para mais de 70 países da América do Norte e Sul, Europa e Ásia, com faturamento global da ordem US$ 2 bilhões ao ano (exercício 2010).
Chegou a hora da renovação da Carteira de Habilitação Nacional ! Surgem
várias dúvidas de como se deve proceder para tal e quem pode renovar o
documento.
De acordo com o Detran motoristas com infrações até 20 pontos podem renovar o documento.Porém existem situações graves, que por si só, abrem processo de suspensão da carteira.
Essas infrações em que o motorista praticamente “perde” a carteira são alcoolemia; condução de motocicleta sem capacete;condução de passageiro de motocicleta sem capacete; fazer manobras perigosas com o veículo; deixar de prestar socorro a vítimas; promover corridas em vias públicas (“pegas”).
Mas de acordo com o coordenador de Acompanhamento de Processo de Habilitação do Detran, Carlos Fernando Lima Farias, mesmo com estas infrações graves “o condutor tem direito amplo de defesa. Não conseguindo êxito ele perde o direito de dirigir”, explicou.
A renovação da carteira pode ser feita após 30 dias do vencimento, garante a coordenadora de Habilitação do Detran, Fernanda Reis. No entanto, ela chama a atenção para um fator de uma importância “quem não renova desde 2004 tem que fazer uma prova de atualização”. Outro dado relevante apontado pela técnica é de que existem situações diferentes para motoristas.” Quem exerce atividade remunerada deve fazer o exame psicológico”, declarou. Reis cita também o caso dos permissionados ou seja motoristas iniciantes, que estão no período de permissão de um ano até adquirir o CNH definitivo. “Neste período, ele pode cometer até três pontos”, sinalizou, acrescentando que se ultrapassar destes pontos terá que passar por tudo novamente, ou seja uma reabilitação.
Quem necessita renovar o documento deve proceder da seguinte forma: em primeiro lugar o motorista deve se dirigir ao Departameno de Trânsito (Detran) ou ao Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), no caso do interior do estado, à Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran). São exigidos documento de identificação (original e cópia);CPF (original e cópia), no caso da CNH sem foto;comprovante de residência ou domicílio (original e cópia);CNH - Carteira Nacional de Habilitação (original e cópia).
O motorista vai realizar a captura de imagem, impressão digital e assinatura no local onde foi aberto o serviço;Ir ao banco efetuar o pagamento da taxa;Dirigir-se à clínica credenciada, indicada para realização do exame médico (Avaliação de sanidade física e mental). Será cobrada uma taxa pelo exame.
Após isto comparece ao Detran / Ciretran/ SAC para submeter-se a avaliação teórica em direção defensiva e primeiros socorros ou ao CFC para realizar o curso de direção defensiva e primeiros socorros, caso o condutor não tenha esta formação;Ao optar pela avaliação, agendar previamente data e hora no Detran SAC ou Call Center. Se caso foi realizado os cursos em Direção Defensiva e Primeiros Socorros por outras entidades, serão aceitos os certificados desde que homologados pelo Detran.
O Detran faz as seguintes observações : são reconhecidos como documentos de identificação as carteiras ou cédulas de identidade expedidas pelas Secretarias de Segurança Pública (RG) ou pelos órgãos ou conselhos de classe (CRM, OAB, CREA, CRP, etc.), a CNH com foto e o RNE - Registro Nacional de Estrangeiro ou CIE - Carteira de Identidade do Estrangeiro.
Documentos válidos
O documento de identificação deve estar em perfeitas condições, sem replastificação, com foto, de forma a permitir, com clareza, a identificação do usuário. Observação: Serão aceitos o passaporte e a carteira de rabalho neste serviço de habilitação desde que não sejam alterados dados identificatórios do prontuário do condutor.
São documentos válidos para comprovação de residência as contas de luz, água, telefone, extratos de contas bancárias e extratos de cartões de crédito e extratos de pagamento de planos de saúde em nome do requerente ou dos seus pais, emitidos nos últimos 3 (três) meses. A comprovação de residência com parente ou amigo será aceita mediante declaração e fotocópia do RG do titular do documento comprobatório acima citado.
Se o condutor possuir Carteira de Habilitação emitida pelo antigo sistema de PGU - Prontuário Geral Único - (sem foto), antes de solicitar o serviço, deverá dirigir-se ao Detran / Ciretran e solicitar a integração do seu prontuário ao sistema Renach - Registro Nacional de Condutores Habilitados.
De acordo com o Detran motoristas com infrações até 20 pontos podem renovar o documento.Porém existem situações graves, que por si só, abrem processo de suspensão da carteira.
Essas infrações em que o motorista praticamente “perde” a carteira são alcoolemia; condução de motocicleta sem capacete;condução de passageiro de motocicleta sem capacete; fazer manobras perigosas com o veículo; deixar de prestar socorro a vítimas; promover corridas em vias públicas (“pegas”).
Mas de acordo com o coordenador de Acompanhamento de Processo de Habilitação do Detran, Carlos Fernando Lima Farias, mesmo com estas infrações graves “o condutor tem direito amplo de defesa. Não conseguindo êxito ele perde o direito de dirigir”, explicou.
A renovação da carteira pode ser feita após 30 dias do vencimento, garante a coordenadora de Habilitação do Detran, Fernanda Reis. No entanto, ela chama a atenção para um fator de uma importância “quem não renova desde 2004 tem que fazer uma prova de atualização”. Outro dado relevante apontado pela técnica é de que existem situações diferentes para motoristas.” Quem exerce atividade remunerada deve fazer o exame psicológico”, declarou. Reis cita também o caso dos permissionados ou seja motoristas iniciantes, que estão no período de permissão de um ano até adquirir o CNH definitivo. “Neste período, ele pode cometer até três pontos”, sinalizou, acrescentando que se ultrapassar destes pontos terá que passar por tudo novamente, ou seja uma reabilitação.
Quem necessita renovar o documento deve proceder da seguinte forma: em primeiro lugar o motorista deve se dirigir ao Departameno de Trânsito (Detran) ou ao Serviço de Atendimento ao Cidadão (SAC), no caso do interior do estado, à Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran). São exigidos documento de identificação (original e cópia);CPF (original e cópia), no caso da CNH sem foto;comprovante de residência ou domicílio (original e cópia);CNH - Carteira Nacional de Habilitação (original e cópia).
O motorista vai realizar a captura de imagem, impressão digital e assinatura no local onde foi aberto o serviço;Ir ao banco efetuar o pagamento da taxa;Dirigir-se à clínica credenciada, indicada para realização do exame médico (Avaliação de sanidade física e mental). Será cobrada uma taxa pelo exame.
Após isto comparece ao Detran / Ciretran/ SAC para submeter-se a avaliação teórica em direção defensiva e primeiros socorros ou ao CFC para realizar o curso de direção defensiva e primeiros socorros, caso o condutor não tenha esta formação;Ao optar pela avaliação, agendar previamente data e hora no Detran SAC ou Call Center. Se caso foi realizado os cursos em Direção Defensiva e Primeiros Socorros por outras entidades, serão aceitos os certificados desde que homologados pelo Detran.
O Detran faz as seguintes observações : são reconhecidos como documentos de identificação as carteiras ou cédulas de identidade expedidas pelas Secretarias de Segurança Pública (RG) ou pelos órgãos ou conselhos de classe (CRM, OAB, CREA, CRP, etc.), a CNH com foto e o RNE - Registro Nacional de Estrangeiro ou CIE - Carteira de Identidade do Estrangeiro.
Documentos válidos
O documento de identificação deve estar em perfeitas condições, sem replastificação, com foto, de forma a permitir, com clareza, a identificação do usuário. Observação: Serão aceitos o passaporte e a carteira de rabalho neste serviço de habilitação desde que não sejam alterados dados identificatórios do prontuário do condutor.
São documentos válidos para comprovação de residência as contas de luz, água, telefone, extratos de contas bancárias e extratos de cartões de crédito e extratos de pagamento de planos de saúde em nome do requerente ou dos seus pais, emitidos nos últimos 3 (três) meses. A comprovação de residência com parente ou amigo será aceita mediante declaração e fotocópia do RG do titular do documento comprobatório acima citado.
Se o condutor possuir Carteira de Habilitação emitida pelo antigo sistema de PGU - Prontuário Geral Único - (sem foto), antes de solicitar o serviço, deverá dirigir-se ao Detran / Ciretran e solicitar a integração do seu prontuário ao sistema Renach - Registro Nacional de Condutores Habilitados.
O Projeto de Lei 346/2012 do senador Jorge Viana (PT/AC)
prevê a construção de pistas especiais para os veículos de duas rodas
nas grandes cidades
brasileiras e diz que a responsabilidade pela construção dessas vias
será dos órgãos e entidades executivos de trânsito do município.
O projeto que modifica o Código de Trânsito Brasileiro (CTB – Lei 9.503/1997) para atribuir aos órgãos de trânsito municipais para garantir a implantação de sistemas especiais de circulação e de controle de tráfego foi aprovado pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) e agora está sendo examinado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa.
Segundo o relator da matéria, senador Marco Antônio Costa (DEM/TO), as medidas propostas vão contribuir para reduzir os conflitos entre motoristas de diferentes tipos de veículos que disputam espaço nas vias e, consequentemente, diminuir os acidentes.
A proposta ainda prevê multa para os motociclistas que transitar fora da pista reservada, assim como aos motoristas de outros veículos que invadir a pista destinada às motocicletas, salvo para acesso a imóveis com limite localizado em tal via ou para fazer conversão à direita.
O projeto inicial de Jorge Viana previa também redução do limite máximo de velocidade para as motocicletas. Em rodovias, a velocidade máxima de 110 km/h seria aplicada apenas aos automóveis e camionetas, e as motocicletas teriam o limite de 80 km/h.
Por emenda, o relator preservou o limite de velocidade estabelecido pelo CTB, que é fixado de acordo com fundamentos técnicos que levam em conta as condições de trânsito e as peculiaridades de cada via.
Ao apresentar a proposta, Jorge Viana ressaltou o crescimento “vertiginoso” da frota de motocicletas brasileira, assim como o número de acidentes envolvendo esses veículos.
De 1998 a 2010, informou, a frota nacional de automóveis cresceu 166%, enquanto que a de motocicletas, 491%.
De 1998 a 2010, o número de acidentes fatais cresceu 610%. Oitenta por cento das vítimas têm de 15 a 39 anos de idade. Os motociclistas também se destacam como o principal grupo com gastos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS).
Dos R$ 187 milhões gastos pelo SUS em 2010 com consequências de acidentes em transporte terrestre, observou o senador, R$ 85,5 milhões foram para casos envolvendo motocicletas.
O senador José Pimentel (PT/CE) destacou que no seu estado os vaqueiros estão substituindo o cavalo ou burro por motocicletas.
Em sua avaliação, a proposta vai amenizar a “epidemia” de acidentes de motocicleta que atinge os brasileiros.
O projeto que modifica o Código de Trânsito Brasileiro (CTB – Lei 9.503/1997) para atribuir aos órgãos de trânsito municipais para garantir a implantação de sistemas especiais de circulação e de controle de tráfego foi aprovado pela Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) e agora está sendo examinado pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ), em decisão terminativa.
Segundo o relator da matéria, senador Marco Antônio Costa (DEM/TO), as medidas propostas vão contribuir para reduzir os conflitos entre motoristas de diferentes tipos de veículos que disputam espaço nas vias e, consequentemente, diminuir os acidentes.
A proposta ainda prevê multa para os motociclistas que transitar fora da pista reservada, assim como aos motoristas de outros veículos que invadir a pista destinada às motocicletas, salvo para acesso a imóveis com limite localizado em tal via ou para fazer conversão à direita.
O projeto inicial de Jorge Viana previa também redução do limite máximo de velocidade para as motocicletas. Em rodovias, a velocidade máxima de 110 km/h seria aplicada apenas aos automóveis e camionetas, e as motocicletas teriam o limite de 80 km/h.
Por emenda, o relator preservou o limite de velocidade estabelecido pelo CTB, que é fixado de acordo com fundamentos técnicos que levam em conta as condições de trânsito e as peculiaridades de cada via.
Ao apresentar a proposta, Jorge Viana ressaltou o crescimento “vertiginoso” da frota de motocicletas brasileira, assim como o número de acidentes envolvendo esses veículos.
De 1998 a 2010, informou, a frota nacional de automóveis cresceu 166%, enquanto que a de motocicletas, 491%.
De 1998 a 2010, o número de acidentes fatais cresceu 610%. Oitenta por cento das vítimas têm de 15 a 39 anos de idade. Os motociclistas também se destacam como o principal grupo com gastos hospitalares do Sistema Único de Saúde (SUS).
Dos R$ 187 milhões gastos pelo SUS em 2010 com consequências de acidentes em transporte terrestre, observou o senador, R$ 85,5 milhões foram para casos envolvendo motocicletas.
O senador José Pimentel (PT/CE) destacou que no seu estado os vaqueiros estão substituindo o cavalo ou burro por motocicletas.
Em sua avaliação, a proposta vai amenizar a “epidemia” de acidentes de motocicleta que atinge os brasileiros.
De janeiro a novembro deste ano, 11.553 condutores tiveram a Carteira
Nacional de Habilitação (CNH) retida pelo Departamento Estadual de
Trânsito do Ceará (Detran/CE) por descumprimento da Lei Seca, uma média
de 34 por dia. Comparando com o mesmo período do ano passado, quando
9.103 motoristas foram autuados, houve um aumento de 27%.
Os números da Lei Seca tendem a aumentar ainda mais, caso seja aprovado um projeto de lei da Câmara Federal que tramita no Senado. O senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) apresentou substitutivo à proposta impondo “tolerância zero” para a associação entre álcool e direção. Com previsão de ser votada hoje pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado, o projeto defende a alteração do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para tornar crime a condução de veículo sob influência de qualquer concentração de álcool ou droga.
A pena mínima passaria a ser de detenção de seis meses a três anos, ampliada para um a quatro anos de cadeia se resultar em lesão corporal; três a oito anos, se a lesão corporal for grave; e quatro a 12 anos, se resultar em morte.
O comandante da Polícia Rodoviária Estadual, coronel Túlio Studart lembra que, nos primeiros anos de aplicação da Lei Seca, os condutores tinham medo maior de sofrer as penalidades. Dois fatores modificaram a situação: o primeiro é constitucional e se refere à lei que diz que ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo, ou seja, o motorista só faz o teste do bafômetro se quiser. A segunda foi a intervenção do Superior Tribunal Federal (STF), que determinou que apenas provas materiais serviriam de base para que o condutor responda criminalmente pela desobediência à lei.
“Ou seja, as pessoas que se recusassem a fazer o uso do etilômetro (bafômetro) só seriam responsabilizadas administrativamente. Isso quer dizer que teriam a carteira retida e pegariam a multa porque não havia provas materiais. Não eram mais presas”, esclarece o comandante.
A proposta do projeto de lei é de aumentar as possibilidades de provar o estado de embriaguez dos motoristas. Segundo Studart, passariam a servir como atestado de alcoolemia o relato de testemunhas, o comportamento do motoristas, olhos avermelhados, comportamento lento ou agressivo, vídeos etc.
Mais de 95% das pessoas que se recusam a fazer o teste do bafômetro, de acordo com o coronel, ingeriram álcool. “Nunca peguei ninguém que tivesse se recusado a fazer o teste e não tivesse bebido”.
O guia de turismo Éverton Silva, 30, passou por uma situação que o faz defender a Lei Seca. Há dois anos, ele voltava da igreja com a namorada, quando outro condutor com sinais de alcoolemia atravessou a preferencial, veio da contramão e bateu no carro dele. “Fomos arrastados por um espaço grande. A sorte é que a gente vinha devagar e meu carro é grande. Ele arrancou e fugiu”, aponta. O guia teve de pagar todo o prejuízo. “Quero muito que a lei seja aprovada, porque as pessoas precisam ser responsabilizadas pelo que fazem”.
O POVO solicitou ao Detran/CE os dados de quantos condutores que tiveram a CNH retidas foram, de fato, suspensas. A assessoria de imprensa ficou de verificar o número e, após várias cobranças, não apresentou os números.
ENTENDA A NOTÍCIA
O número de motoristas que tiveram a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) retida por conduzir com sinais de embriaguez cresceu 27% em 2012 (até novembro), se comparado com o mesmo período do ano passado.
Saiba mais
O relator do projeto de lei, senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), apresentou substitutivo à proposta, impondo tolerância zero para associação entre álcool e direção.
O projeto de lei poderá ser votado hoje pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado. O texto estava na pauta da última reunião da CCJ, mas foi retirado a pedido do próprio relator.
Ricardo Ferraço defende a alteração do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para tornar crime a condução de veículo sob influência de qualquer concentração de álcool ou droga. A pena mínima passaria a ser detenção de seis meses a três anos.
Números
CNHs retidas em 2011
Janeiro: 509
Fevereiro: 562
Março: 687
Abril: 752
Maio: 1.482
Junho: 973
Julho: 395
Agosto: 531
Setembro: 739
Outubro: 1.089
Novembro: 1.384
Total: 9.103
CNHs retidas em 2012
Janeiro: 1.424
Fevereiro: 1.230
Março: 1.362
Abril: 1.067
Maio: 1.321
Junho: 1.206
Julho: 903
Agosto: 689
Setembro: 790
Outubro: 718
Novembro: 843
Total: 11.553
Multimídia
A votação do projeto de lei que endurece a punição para motorista que dirigir embriagado é o Tema do Dia na cobertura de hoje dos veículos do Grupo de Comunicação O POVO. Confira:
Para escutar: Na rádio O POVO/CBN (AM 1010 e FM 95,5), o tema será discutido no programa Grande Jornal, das 8 às 11 horas, e/ou no programa Revista O POVO/CBN, das 15 às 17 horas.
Para ver: Na TV O POVO trará uma matéria sobre o tema no O POVO Notícias, às 18h30min. Assista à programação pelo canal 48 (UHF), 23 (Net) e 11 (TV Show). Veja o vídeo na página da TV O POVO no Youtube.www.youtube.com/user/tvopovo.
Para ler e opinar:: Acompanhe a repercussão entre os internautas na página do O POVO Online no facebook (www.facebook.com/OPOVOOnline ) e no portal O POVO Online (www.opovo.com.br/fortaleza).
Os números da Lei Seca tendem a aumentar ainda mais, caso seja aprovado um projeto de lei da Câmara Federal que tramita no Senado. O senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES) apresentou substitutivo à proposta impondo “tolerância zero” para a associação entre álcool e direção. Com previsão de ser votada hoje pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado, o projeto defende a alteração do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para tornar crime a condução de veículo sob influência de qualquer concentração de álcool ou droga.
A pena mínima passaria a ser de detenção de seis meses a três anos, ampliada para um a quatro anos de cadeia se resultar em lesão corporal; três a oito anos, se a lesão corporal for grave; e quatro a 12 anos, se resultar em morte.
O comandante da Polícia Rodoviária Estadual, coronel Túlio Studart lembra que, nos primeiros anos de aplicação da Lei Seca, os condutores tinham medo maior de sofrer as penalidades. Dois fatores modificaram a situação: o primeiro é constitucional e se refere à lei que diz que ninguém é obrigado a produzir prova contra si mesmo, ou seja, o motorista só faz o teste do bafômetro se quiser. A segunda foi a intervenção do Superior Tribunal Federal (STF), que determinou que apenas provas materiais serviriam de base para que o condutor responda criminalmente pela desobediência à lei.
“Ou seja, as pessoas que se recusassem a fazer o uso do etilômetro (bafômetro) só seriam responsabilizadas administrativamente. Isso quer dizer que teriam a carteira retida e pegariam a multa porque não havia provas materiais. Não eram mais presas”, esclarece o comandante.
A proposta do projeto de lei é de aumentar as possibilidades de provar o estado de embriaguez dos motoristas. Segundo Studart, passariam a servir como atestado de alcoolemia o relato de testemunhas, o comportamento do motoristas, olhos avermelhados, comportamento lento ou agressivo, vídeos etc.
Mais de 95% das pessoas que se recusam a fazer o teste do bafômetro, de acordo com o coronel, ingeriram álcool. “Nunca peguei ninguém que tivesse se recusado a fazer o teste e não tivesse bebido”.
O guia de turismo Éverton Silva, 30, passou por uma situação que o faz defender a Lei Seca. Há dois anos, ele voltava da igreja com a namorada, quando outro condutor com sinais de alcoolemia atravessou a preferencial, veio da contramão e bateu no carro dele. “Fomos arrastados por um espaço grande. A sorte é que a gente vinha devagar e meu carro é grande. Ele arrancou e fugiu”, aponta. O guia teve de pagar todo o prejuízo. “Quero muito que a lei seja aprovada, porque as pessoas precisam ser responsabilizadas pelo que fazem”.
O POVO solicitou ao Detran/CE os dados de quantos condutores que tiveram a CNH retidas foram, de fato, suspensas. A assessoria de imprensa ficou de verificar o número e, após várias cobranças, não apresentou os números.
ENTENDA A NOTÍCIA
O número de motoristas que tiveram a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) retida por conduzir com sinais de embriaguez cresceu 27% em 2012 (até novembro), se comparado com o mesmo período do ano passado.
Saiba mais
O relator do projeto de lei, senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), apresentou substitutivo à proposta, impondo tolerância zero para associação entre álcool e direção.
O projeto de lei poderá ser votado hoje pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado. O texto estava na pauta da última reunião da CCJ, mas foi retirado a pedido do próprio relator.
Ricardo Ferraço defende a alteração do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para tornar crime a condução de veículo sob influência de qualquer concentração de álcool ou droga. A pena mínima passaria a ser detenção de seis meses a três anos.
Números
CNHs retidas em 2011
Janeiro: 509
Fevereiro: 562
Março: 687
Abril: 752
Maio: 1.482
Junho: 973
Julho: 395
Agosto: 531
Setembro: 739
Outubro: 1.089
Novembro: 1.384
Total: 9.103
CNHs retidas em 2012
Janeiro: 1.424
Fevereiro: 1.230
Março: 1.362
Abril: 1.067
Maio: 1.321
Junho: 1.206
Julho: 903
Agosto: 689
Setembro: 790
Outubro: 718
Novembro: 843
Total: 11.553
Multimídia
A votação do projeto de lei que endurece a punição para motorista que dirigir embriagado é o Tema do Dia na cobertura de hoje dos veículos do Grupo de Comunicação O POVO. Confira:
Para escutar: Na rádio O POVO/CBN (AM 1010 e FM 95,5), o tema será discutido no programa Grande Jornal, das 8 às 11 horas, e/ou no programa Revista O POVO/CBN, das 15 às 17 horas.
Para ver: Na TV O POVO trará uma matéria sobre o tema no O POVO Notícias, às 18h30min. Assista à programação pelo canal 48 (UHF), 23 (Net) e 11 (TV Show). Veja o vídeo na página da TV O POVO no Youtube.www.youtube.com/user/tvopovo.
Para ler e opinar:: Acompanhe a repercussão entre os internautas na página do O POVO Online no facebook (www.facebook.com/OPOVOOnline ) e no portal O POVO Online (www.opovo.com.br/fortaleza).
veículos
automotores no país, realizado nesta quarta-feira pela Comissão de
Assuntos Econômicos (CAE), atendendo a requerimento da senadora Ana
Amélia (PP-RS). A parlamentar e o senador Lobão Filho (PMDB-MA), que
presidiu a reunião, lembraram que a Associação Nacional dos Fabricantes
de Veículos Automotores (Anfavea), convidada para a audiência, é
protagonista do debate.Ana Amélia destacou, na audiência, a diferença de preços entre os veículos vendidos no Brasil e em outros países. A maioria dos participantes do debate concordou com a crítica da senadora à situação atual do mercado brasileiro.
O jornalista Joel Silveira Leite, da Agência Autoinforme, apresentou dados da própria agência segundo os quais o preço médio do carro no Brasil subiu 39% nos últimos 10 anos.
- Nada justifica o preço do carro brasileiro em relação ao resto do mundo - disse.
O aumento, de acordo com o representante do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), Luiz Carlos Mandelli, não pode ser atribuído aos componentes. Ele explicou que desde 2007 as montadoras passaram a importar autopeças do mercado asiático, com resultados nefastos para a indústria nacional.
- Até 2007, o Brasil exportava autopeças. De 2008 pra cá, saímos do balanço positivo. Este ano, estamos negativos em US$ 6 bi e perdemos 14 mil empregos - disse Mandelli.
Mudanças
Para alterar esse cenário, Luiz Carlos Mandelli cobrou do governo uma política de nacionalização de peças no âmbito do Inovar-Auto, programa de incentivo ao setor automotivo para o período 2013-2017.
O Inovar-Auto foi objeto da exposição da representante da Secretaria do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Margarete Mandini, durante a audiência pública. Segundo ela, o programa pretende conferir aos carros fabricados no país mais competitividade, tecnologia e segurança, além de maior eficiência energética.
- A adesão das empresas é voluntária. Todas as empresas que quiserem produzir veículos no país podem se habilitar - disse.
Atualmente, de acordo com Margarete, o Brasil é o 7º maior fabricante mundial de automóveis. Com a ampliação da capacidade produtiva instalada, ou seja, mais fabricantes instalados e concorrendo, a expectativa é a queda nos preços ao consumidor.
Lei Ferrari
O brasileiro em busca de um carro novo está “comprando mal” em relação ao resto do mundo, ressaltou o senador Lobão Filho. Um exemplo apresentado por mais de um dos convidados para o debate é o modelo Corolla, da Toyota. O veículo é vendido nos Estados Unidos por US$ 16,2 mil; na Argentina, sai por US$ 21,6 mil. Já no mercado brasileiro, o Toyota Corolla custa US$ 28,6 mil.
Para explicar parte da discrepância, Luiz Carlos Mandelli, do Sindipeças, afirmou que, enquanto a carga tributária no Brasil é muito mais elevada que a dos Estados Unidos – 36% aqui contra cerca de 9% lá –, os custos de produção norte-americanos chegam a 88% do preço do carro – no Brasil, ficam em torno de 58%. A margem de lucro das montadoras aqui, porém, atinge 10%, enquanto nos nos Estados Unidos não passa de 3%.
Já para Antônio Carlos Fonseca, subprocurador da 3ª Câmara do Ministério Público Federal (Consumidor e Ordem Econômica), a explicação tem relação com o marco regulatório do setor. Ele sugeriu a imediata revogação da chamada Lei Ferrari (Lei 6.729/1979), que, a seu ver, "amarra a competição, levando ao aumento dos preços".
A Lei Ferrari determinou que a distribuição de veículos automotores passasse a ser feita por meio de concessão comercial entre produtores e distribuidores. A concessão inclui, por exemplo, a prestação de assistência técnica aos produtos, sendo vedada a comercialização de veículos automotores novos fabricados ou fornecidos por outro produtor.
Para Fonseca, a lei de 1979 veio para tornar mais dinâmico o setor, mas acabou criando uma quantidade excessiva de regras de comercialização.
- A capacidade produtiva não tem aumentado na proporção da demanda. A lei é ruim para a liberdade de mercado - disse.
A senadora Ana Amélia concordou com a avaliação do representante do Ministério Público. Ela lembrou que é autora de um projeto (PLS 402/2012) com sugestões de alterações na Lei Ferrari, para promover a concorrência de preços e condições de atendimento pós-venda.
- Penso que o primeiro passo seja a mudança parcial - disse.
Andrei Goldman, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Ministério da Fazenda, ressaltou que, apesar das críticas à política de preços das montadoras, não há indícios de ações anticompetitivas no mercado.
Apenas 30 dos cem bafômetros usados pelo Departamento de Trânsito do
Distrito Federal (Detran-DF) e pelo Batalhão de Trânsito da Polícia
Militar do DF (BPTran) estão em funcionamento. O restante dos aparelhos
estão com a calibragem vencida e não podem ser utilizados nas operações
de fiscalização da Lei Seca.
De acordo com a PM, a licitação para selecionar uma empresa para calibrar os aparelhos atrasou, mas foi concluída e os equipamentos já foram recolhidos pela empresa vencedora. A expectativa é de que eles sejam devolvidos na próxima semana prontos para uso.
Como todos os aparelhos vencidos são do BPTran, o Detran teve que emprestar quatro dispositivos para a PM usar nas blitze. De acordo com o comandante do (BPTran), Anderson Moura, os policiais estão usando os equipamentos apenas nas operações em locais estratégicos e em horários com maior movimento.
Ainda segundo Moura, a escassez de bafômetros não afeta muito as operações de fiscalização, já que quase todos os motoristas que consumiram bebidas alcoólicas e são flagrados em blitze se recusam a fazer o teste, sendo autuados por meio de constatação do policial ou do agente de trânsito. O comandante diz ainda que nos casos em que o motorista aceita fazer o exame rápido e nenhum aparelho está disponível, a equipe responsável pela blitz solicita no momento do ocorrido o envio de um dispositivo para o local.
De acordo com a PM, a licitação para selecionar uma empresa para calibrar os aparelhos atrasou, mas foi concluída e os equipamentos já foram recolhidos pela empresa vencedora. A expectativa é de que eles sejam devolvidos na próxima semana prontos para uso.
Como todos os aparelhos vencidos são do BPTran, o Detran teve que emprestar quatro dispositivos para a PM usar nas blitze. De acordo com o comandante do (BPTran), Anderson Moura, os policiais estão usando os equipamentos apenas nas operações em locais estratégicos e em horários com maior movimento.
Ainda segundo Moura, a escassez de bafômetros não afeta muito as operações de fiscalização, já que quase todos os motoristas que consumiram bebidas alcoólicas e são flagrados em blitze se recusam a fazer o teste, sendo autuados por meio de constatação do policial ou do agente de trânsito. O comandante diz ainda que nos casos em que o motorista aceita fazer o exame rápido e nenhum aparelho está disponível, a equipe responsável pela blitz solicita no momento do ocorrido o envio de um dispositivo para o local.
Com a proximidade das férias de final de ano, muitas pessoas aguardam ansiosas o momento de pegar a estrada e aproveitar a época de festas, mas para evitar tragédias no trânsito é necessária a revisão do veículo antes de viajar.
Numa revisão veicular itens como, freios, amortecedores, faróis, extintor, estepe, macaco, entre outros, são verificados para se ter a certeza de que estão perfeitas condições de uso.
De acordo com Douglas Fialho, proprietário de um auto center em Cuiabá, muitas pessoas não fazem a revisão antes de viajar por não notarem nenhum problema no carro. “Em muitos casos não se percebe um problema de freio, por exemplo, de imediato, mas depois de pegar a estrada e percorrer uma certa distância os problemas podem aparecer e tomar uma dimensão muito maior, ocasionando inclusive um acidente”, enfatiza.
Além do aspecto da segurança, uma boa revisão no carro antes de viajar pode evitar prejuízos, já que de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro ‘conduzir o veículo sem equipamento obrigatório ou estando este ineficiente ou inoperante’ constitui infração grave passível de multa e retenção do veículo.
Numa revisão veicular itens como, freios, amortecedores, faróis, extintor, estepe, macaco, entre outros, são verificados para se ter a certeza de que estão perfeitas condições de uso.
De acordo com Douglas Fialho, proprietário de um auto center em Cuiabá, muitas pessoas não fazem a revisão antes de viajar por não notarem nenhum problema no carro. “Em muitos casos não se percebe um problema de freio, por exemplo, de imediato, mas depois de pegar a estrada e percorrer uma certa distância os problemas podem aparecer e tomar uma dimensão muito maior, ocasionando inclusive um acidente”, enfatiza.
Além do aspecto da segurança, uma boa revisão no carro antes de viajar pode evitar prejuízos, já que de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro ‘conduzir o veículo sem equipamento obrigatório ou estando este ineficiente ou inoperante’ constitui infração grave passível de multa e retenção do veículo.


















